CALENDÁRIO

quinta-feira, 18 de julho de 2019

A PEDIDO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE


AOS USUÁRIOS DE NOSSO CENTRO DE SAÚDE


Centro de Saúde Pompeia ?
Centro de Saúde Dr. Clóvis Boechat de Menezes?
Centro de Saúde Clóvis Boechat de Menezes? 

Se você tiver preferência por um nome que designe nosso Centro de Saúde, favor ir até à unidade da Pompeia e colocar o seu parecer na urna que se encontra naquele local -  Rua Leopoldo Gomes, 440.

O resultado dessa votação definirá o nome de nossa Unidade de Saúde.

A votação será encerrada no dia 26 deste mês. 


Contato com este blog: conslocsaudepompeia@gmail.com.

REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA ONTEM



Foram discutidos os itens previstos na pauta que divulgamos, merecendo destaque os formulários que foram distribuídos aos presentes, cujo teor - sugestões de como melhor realizar uma reunião – foi amplamente debatido. Naquela oportunidade também foi distribuído o texto “Como conduzir uma reunião”, da empresa Catho Comunicação, o qual também foi útil para reflexão e deliberação na próxima reunião.
De acordo com o nosso calendário em vigor, a próxima reunião ordinária está marcada para o dia 21 de agosto.




Contato com este blog: conslocsaudepompeia@gmail.com.

terça-feira, 16 de julho de 2019

QUINTA REUNIÃO ORDINÁRIA DESTE ANO



Conforme nosso calendário de reuniões em vigor, a reunião de amanhã, quarta-feira, dia 17, terá como pauta:




1 -  Leitura e aprovação da ata da última reunião.

2 - Distribuição de formulários aos presentes com sugestões de como melhor realizar uma reunião.

3 – Leitura dos bilhetes do cofre.

4 – Verificar a importância dos cadernos de anotações.

5 – Distribuir dois folhetos: “Atividades disponíveis no posto” e “Quadro com a disponibilidade dos serviços”.

6 – Informes e palavra livre.




Contato com este blog: conslocsaudepompeia@gmail.com.


sábado, 6 de julho de 2019

DICA DE SAÚDE



Febre Chikungunya

É uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus Chikungunya, que pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus (mesmos mosquitos que transmitem a dengue e a febre amarela, respectivamente).

O que significa o nome?

Significa "aqueles que se dobram" em swahili, um dos idiomas da Tanzânia. Refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953.

Sinais e sintomas:

Febre acima de 38,5 graus, de início repentino, e dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer, também, dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. O início dos sintomas pode levar de dois a dez dias para ocorrer. É o chamado período de incubação.

A principal diferença entre a dengue e a chikungunya é a dor nas articulações, muito mais intensa na chikungunya, afetando principalmente pés e mãos, geralmente tornozelos e pulsos. Ao contrário do que acontece com a dengue, não existe uma forma hemorrágica da doença e é raro surgirem complicações graves, embora a artrite possa continuar ativa por muito tempo.

Diagnóstico:

O diagnóstico depende de uma avaliação clínica cuidadosa e do resultado de alguns exames laboratoriais.

Tratamento:

Na fase aguda, o tratamento é apenas dos sintomas. Medicamentos para dor e para febre são indicados para aliviar os sintomas. Manter o doente bem hidratado e em repouso são medidas essenciais para a sua recuperação.

Os sintomas, em geral, desaparecem dez dias após seu aparecimento. No entanto, as dores nas articulações podem persistir por meses. Nesses casos, o paciente deve voltar à unidade de saúde para avaliação médica.

Prevenção:

Como a doença é transmitida por mosquitos, é fundamental reforçar as medidas de eliminação dos criadouros de mosquitos nas casas e vizinhança. As recomendações são as mesmas aplicadas à prevenção da dengue.



Contato com este blog: conslocsaudepompeia@gmail.com.


quarta-feira, 3 de julho de 2019

O SUS VISTO PELA CLASSE MÉDIA DE FORMA DETURPADA



É necessário que a população possa enxergar um SUS que funciona e apropriar-se dele. O Brasil atravessa grave crise política, e o SUS, que sempre resistiu sob ameaça, corre ainda maior risco.



O Sistema Único de Saúde (SUS), reconhecido internacionalmente como um sistema público universal de saúde, com vitórias ao longo de seus 30 anos de existência, segue sendo, ambiguamente, pouco conhecido e malvisto pelos brasileiros.

A opinião pública sobre o SUS - ou sua representação social - é de um sistema burocrático, engessado, pouco resolutivo e voltado para o cuidado da população de menor nível socioeconômico, em resumo, “um sistema pobre para os pobres”  - apesar do sucesso de programas de alta complexidade em todo território brasileiro, como o de transplantes de órgãos, de imunização e de tratamento do HIV/Aids.

Segundo dados do Departamento de Atenção Básica, em janeiro de 2004 existiam 19.182 equipes de saúde da família (eSF), cobrindo cerca de 35% da população brasileira. Em 2010, já eram mais de 235.000 equipes, atendendo a 60,9% do território. Em 2016, eram 266.188 equipes trabalhando com cerca de 66,6% dos brasileiros.

O texto acima foi transcrito do artigo O uso do SUS como estigma: a visão de uma classe média, de autoria de Carolina Lopes de Lima Reigada e  Valéria Ferreira Romano, publicado na Physis Revista de Saúde Coletiva, 28(3) (dezembro de 2018), também encontrado neste link: https://scielosp.org/article/physis/2018.v28n3/e280316/pt/.

---- SUGERIMOS LER O ARTIGO COMPLETO ---

Contato com este blog: conslocsaudepompeia@gmail.com.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

NOTÍCIA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE



Um em cada cinco brasileiros afirma dirigir usando o celular

Pessoas com nível superior são as que mais se comportam dessa forma, assim como as que mais recebem multas por excesso de velocidade. Acidentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes externas no país.



Segundo dados do Ministério da Saúde, 19,5% da população das capitais brasileiras afirma que faz o uso do celular enquanto dirige. O percentual mostra que de cada cinco indivíduos, um comete esse ato que é um risco para acidentes de trânsito.

A divulgação do dado inédito é do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018 que também aponta que as pessoas com idade entre 25 e 34 anos (25,1%) são as que mais assumem esse comportamento de risco.

Contato com este blog: conslocsaudepompeia@gmail.com.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

REUNIÃO DE ONTEM (4.ª deste ano)



Dentre os vários assuntos tratados na reunião de ontem,  destacamos:



1 – Marislane Diana, assistente social do Instituto Social Frei Gabriel, pediu a palavra e prestou algumas informações sobre os cursos que aquela entidade realiza em parceria com a Rede Cidadã, inclusive os de inglês e espanhol. Merece destaque o de capacitação para cuidador de idosos, com carga horária de 200 horas. Informações pelo telefone 3467-4848.

2 – Montagem colegiada do regulamento interno desta Comissão Local no tocante ao ritual de funcionamento das reuniões (apresentação de temas para discussão, apartes, pedidos de transcrição em ata etc.).

3.1 – A gestora da UBS Solange A. Cicarelli apresentou a ideia de um projeto de intervenção em que se estudariam os motivos pelos quais os usuários não têm assimilado adequadamente as informações amplamente divulgadas sobre a prevenção contra a dengue, haja vista que o Bairro Pompeia tem apresentado o maior índice de incidência da doença na Região Leste.

3.2 – Naquela oportunidade, a gestora da UBS sugeriu que a Comissão Local de Saúde acompanhe, num determinado momento, o trabalho dos ACSs, uma vez que, além de se pesquisar a questão relatada acima, também se procuraria entender o motivo da baixa presença de usuários nas reuniões desta Comissão Local.




Contato com este blog: conslocsaudepompeia@gmail.com.

    Por questão de foro íntimo, estamos encerrando nesta data as atividades deste blog .